Gestão empresarial · Chão de Fábrica (MES)

O que acontece na produção, na hora em que acontece

A camada de execução do PCP: terminal de quiosque onde o operador entra por crachá e PIN, instrução de trabalho versionada e congelada na ordem, apontamento com refugo e retrabalho, motivo de parada classificado, horas-homem por operação, andon chamando manutenção ou qualidade, painel de TV atualizado ao vivo, inspeção da Qualidade barrando a operação de controle e coleta automática de máquina por CLP, OPC-UA ou MQTT.

O problema e a saída

As dores que Chão de Fábrica (MES) resolve todos os dias

Se alguma dessas situações parece familiar, é porque elas se repetem em quase toda empresa de formatura, até o sistema certo entrar em cena.

A dor

A produção é anotada em papel e digitada no dia seguinte, quando ninguém lembra do que parou.

Com o Partiu Formatura

Terminal na máquina, com login por crachá ou PIN e botões grandes: setup, início, produção, pausa com motivo, retomada e conclusão. O apontamento nasce na hora do fato.

A dor

Ninguém sabe quanto a máquina realmente produziu, nem por que ficou parada.

Com o Partiu Formatura

Paradas classificadas como planejadas ou não, OEE por centro de trabalho e painel ao vivo com o que está rodando, o que parou e há quanto tempo.

A dor

O operador chama o mecânico gritando no corredor, e ninguém mede quanto tempo levou para atender.

Com o Partiu Formatura

Andon no terminal: o chamado nasce com tipo, hora e centro, mede o tempo até o atendimento e até o encerramento, e aparece no painel de TV.

A dor

A peça errada passou da operação de controle porque a inspeção era um combinado informal.

Com o Partiu Formatura

Operação marcada como ponto de controle exige a inspeção da Qualidade antes de avançar, com o plano congelado na ordem. Reprovou, abre RNC ligada à ordem, à operação e ao lote.

A dor

A instrução de trabalho está numa pasta que mudou depois que a ordem começou.

Com o Partiu Formatura

Instrução versionada, publicada e congelada na liberação da ordem, junto com estrutura e roteiro. O operador vê no terminal a versão que valia quando a ordem saiu.

Na prática

Exemplos reais de como Chão de Fábrica (MES) trabalha por você

Situações do dia a dia de empresas de formatura, do problema ao resultado, usando os módulos que você vê nesta página.

01

Turno começando na impressão

O cenário

O operador assume a máquina e precisa saber o que produzir e como.

Com o sistema

Ele passa o crachá no terminal, escolhe a ordem do centro, vê a instrução de trabalho da operação e aponta setup e início. As horas dele passam a contar na operação.

O resultado

Custo de mão de obra real por ordem, sem apontamento de memória no fim do dia.

02

Máquina parada por falta de material

O cenário

A linha para no meio da produção e a supervisão só descobre depois.

Com o sistema

O operador aponta a pausa com o motivo do catálogo e dispara o andon de material. O painel de TV mostra o centro parado, e o tempo até o atendimento começa a contar.

O resultado

A parada entra no OEE com a causa certa e o tempo de resposta vira indicador, não impressão.

03

Máquina com contador ligado ao sistema

O cenário

A empresa quer parar de confiar só no que o operador digita.

Com o sistema

O serviço coletor lê o contador e o estado da máquina por MQTT ou OPC-UA, agrega por minuto e envia. O apontamento nasce com origem de máquina, e a parada sem motivo vira pendência para o operador classificar.

O resultado

O OEE passa a mostrar a divergência entre o que foi apontado e o que a máquina mediu.

Como funciona

O caminho que a informação faz em Chão de Fábrica (MES)

Cada etapa é um módulo de verdade, e o que sai de uma entra na outra sem ninguém digitar de novo.

  1. 1LiberaçãoA ordem sai com estrutura, roteiro e instrução de trabalho congelados.
  2. 2ExecuçãoO operador entra no terminal, aponta setup, produção, pausa com motivo e refugo.
  3. 3ControleNa operação de controle, a inspeção da Qualidade decide se a ordem avança.
  4. 4VisibilidadePainel de TV e andon mostram o que está rodando, o que parou e quem foi chamado.
  5. 5RetornoOEE, aderência e custo realizado voltam para o planejamento corrigir o plano.

Módulo por módulo

Tudo o que existe em Chão de Fábrica (MES)

7 módulos e 38 recursos nesta página, o mesmo cadastro de turma, formando e evento sustentando todos eles.

Terminal do Operador

A tela que fica na máquina, e só com o que o operador precisa.

  • Modo quiosque em tela cheia, sem o painel administrativo em volta
  • Entrada por crachá ou PIN, com o operador ligado ao cadastro de pessoas
  • Botões de setup, início, produção, pausa, retomada, refugo, retrabalho e conclusão
  • Instrução de trabalho da operação visível na hora de executar
  • Sessão com tempo próprio: a máquina não fica aberta no nome de quem saiu
  • Fila offline com identificador próprio: reenviar não conta produção duas vezes

Instrução de Trabalho Digital

O procedimento certo, na versão que valia para aquela ordem.

  • Instrução por operação do roteiro, com texto e anexos
  • Versão publicada, com histórico de quem publicou
  • Congelada na liberação da ordem, igual estrutura e roteiro
  • Leitura registrada por operador, quando a empresa exige
  • Anexo guardado no armazenamento da plataforma, não no disco do painel

Mão de Obra por Operação

Quem trabalhou, quanto tempo, em qual operação.

  • Entrada e saída do operador na operação, e não só o nome no apontamento
  • Horas-homem reais alimentando o custo de mão de obra da ordem
  • Vários operadores na mesma operação, cada um com seu tempo
  • Correção por estorno, nunca por exclusão
  • Identificador próprio por registro para a fila offline

Paradas, Andon e Painel ao Vivo

O chão de fábrica visível de longe.

  • Motivos de parada classificados como planejados ou não, com impacto no OEE
  • Andon de manutenção, qualidade, material e supervisão, com tempo até atender e até encerrar
  • Painel por centro de trabalho atualizado por evento, para TV na fábrica
  • Ordem em curso, boas, refugo e OEE do turno em tempo real
  • Chamado de manutenção vira solicitação de serviço quando o módulo de manutenção está ativo

Qualidade na Operação

O controle acontece onde a peça está, não depois.

  • Operação marcada como ponto de controle, com plano de inspeção congelado na ordem
  • Apontamento de produção e de conclusão barrado enquanto a inspeção não aprova
  • Barra de verdade só com a Qualidade em modo ativo: em espelho, registra e não trava
  • Não conformidade ligada à ordem, à operação e ao lote
  • Genealogia mostrando os lotes afetados por um defeito
  • Instrumento de medição validado pela Metrologia antes da leitura

Controle Estatístico do Processo

A carta que mostra o processo saindo do lugar antes do defeito.

  • Cartas X barra R, X barra S e valores individuais com amplitude móvel
  • Cp, Cpk, Pp e Ppk por característica, com especificação bilateral ou unilateral
  • Amostras vindas da inspeção em processo, sem digitação paralela
  • Regras de fora de controle apontadas na carta
  • Indicador em branco quando falta base, em vez de número inventado

Coleta de Dados de Máquina

O dado que vem do equipamento, não da lembrança.

  • Serviço coletor próprio com MQTT, OPC-UA e endpoint HTTP para CLP
  • Mapeamento de sinal para evento por centro de trabalho
  • Agregação por minuto, para não inflar o banco com sinal cru
  • Contador gerando apontamento com origem de máquina
  • Parada longa sem motivo vira pendência para o operador classificar
  • OEE mostrando se o dado é manual, de máquina ou misto

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