A página completa do módulo

Planeje, produza e custe cada item sem perder material nem prazo

Do plano agregado da diretoria ao apontamento do operador, na mesma base de estoque e compras: S&OP por família, previsão de demanda, MRP com calendário e lead time real, plano mestre validado por capacidade, carga detalhada por centro, nivelamento com custo na mesa, distribuição entre locais, promessa de data para o comercial e o retorno do chão de fábrica corrigindo o plano. Convites, kits, brindes, álbuns, becas e qualquer item fabricado pela empresa saem da demanda real e terminam com lote, custo realizado e rastreabilidade completa.

Esta é a referência inteira do módulo em uma página só: as 27 telas do painel, as 15 frentes funcionais com cada recurso listado um a um, as decisões de projeto, as fronteiras com os outros módulos e o glossário das siglas de manufatura.

O módulo por dentro

As 27 telas, na ordem em que o trabalho acontece

Quatro blocos no menu do painel. A engenharia descreve o que a empresa fabrica, o planejamento decide o que fazer e quando, o chão de fábrica executa e devolve o realizado, e o painel mostra o resultado para quem cobra por ele.

01

Engenharia

O cadastro que descreve o que a empresa fabrica e com o que fabrica. Tudo versionado: liberado não se edita, cria-se versão nova.

5 telas
  • Estrutura de ProdutoA lista de materiais multinível, com quantidade base, perda por componente, alternativo, opcional, coproduto, vigência e a pergunta "onde este item é usado".
  • RoteirosA sequência de operações com setup, tempo unitário, lote de processo, terceirização, ponto de controle e instrução de trabalho anexada.
  • Centros de TrabalhoQuantos recursos, quantas horas, qual eficiência e quanto custa a hora. É daqui que sai a capacidade que o plano usa.
  • Recursos e HabilidadesMáquina, pessoa, ferramenta, molde e dispositivo com calendário e custo próprios, matriz de habilidade por pessoa e vida útil de ferramental em ciclos.
  • CalendáriosCalendário de fábrica, de compras, de transporte e do fornecedor, com feriados importados por ano e simulação de prazo antes de valer.
02

Planejamento

Do volume que a diretoria fecha por família até a ordem sugerida com data e quantidade, passando por material e capacidade.

14 telas
  • Demandas e PolíticasPedido, evento, turma, projeto, contrato ou lançamento manual de um lado; lote mínimo, múltiplo, máximo, segurança e regra de lote do outro.
  • Lead Time e ReservasPrazo aberto em processamento, transporte, inspeção e segurança, com faixa por quantidade, e reservas firmes separadas das flexíveis.
  • Rede e Distribuição (DRP)Locais, rotas com tempo de trânsito, regras de origem por item e consolidação de embarque para quem tem mais de um depósito ou loja.
  • Previsão de DemandaOito modelos estatísticos sobre o histórico congelado, erro medido em MAPE e viés, e consumo da previsão pelo pedido firme.
  • Necessidades (MRP)A rodada de cálculo e o resultado: necessidade líquida por item e data, com cada parcela da conta gravada e a trilha em português.
  • Mensagens de AçãoAntecipar, postergar, aumentar, reduzir, cancelar e ordem já nascida atrasada, com tolerância configurável para não virar ruído.
  • Excessos e ObsoletosO lado que o MRP clássico não olha: sobra, excesso e material sem giro, com valor parado e tratativa registrada.
  • S&OPA grade família por mês com demanda irrestrita, plano de vendas, plano de produção, estoque projetado e backlog, em ciclo versionado.
  • Plano MestreA grade produto por período com uma única coluna digitável, horizonte firme gravado período a período e cenário promovido a oficial.
  • RCCP e PerfisValidação do plano do trimestre nos recursos críticos, por perfil de recurso com offset, sem explodir estrutura nenhuma.
  • CapacidadeCapacidade por centro e por dia, já descontadas paradas e somados turnos extras, com a sobrecarga destacada antes do atraso.
  • CRP e GargalosCarga detalhada por ordem e operação, três capacidades lado a lado (teórica, efetiva e demonstrada) e a fila dos próximos gargalos.
  • Nivelamento (APS)Nove estratégias testadas em ordem de custo, cada proposta com valor, horas movidas e quem perde prazo. Nada é aplicado sozinho.
  • Gantt de ProduçãoA agenda por centro, com a operação atrasada destacada e a barra arrastada ficando travada para o próximo cálculo se acomodar em volta dela.
03

Chão de fábrica (MES)

A ordem com a engenharia congelada, o terminal que o operador usa de verdade e o retorno que corrige o plano.

5 telas
  • Ordens de ProduçãoLiberação com conferência de material, estrutura e roteiro copiados para dentro da ordem, componentes e operações com previsto e realizado.
  • ApontamentoSetup, início, produção, pausa, retomada, refugo, retrabalho e conclusão, com identificador idempotente para a fila offline não contar duas vezes.
  • Prometer DataA resposta para o comercial: a data e o motivo dela. Permissão própria, sem exigir acesso a custo ou apontamento.
  • AderênciaData, quantidade, sequência e promessa cumprida, com plano inviável separado de execução ruim porque têm donos diferentes.
  • Custos de ProduçãoMaterial, mão de obra, máquina, terceiro e overhead, previsto contra realizado, com variação de preço separada da de quantidade.
04

Painel e configuração

A leitura de quem cobra o resultado e os parâmetros de quem responde pelo módulo.

3 telas
  • PainelEstrutura liberada, item fabricado sem estrutura, sugestões pendentes e alertas críticos da última rodada.
  • CockpitAderência, promessa cumprida, utilização, ociosidade, refugo, material em processo e ordens atrasadas, cada indicador dizendo de qual tela veio.
  • ConfiguraçãoA ativação do módulo, mais de quarenta parâmetros de planejamento com o padrão do sistema ao lado, e o histórico de quem ligou o quê.

O problema e a saída

O que muda no dia a dia de quem planeja e de quem produz

A dor

A produção começa por uma planilha de materiais desatualizada e a falta aparece quando a ordem já está atrasada.

Com o Partiu Formatura

Estruturas multinível versionadas e liberadas alimentam o MRP, que desconta estoque, reservas, compras em trânsito e ordens abertas antes de sugerir o que comprar ou produzir.

A dor

O comercial promete a data sem saber se a gráfica, a encadernadora ou a equipe interna têm capacidade para entregar.

Com o Partiu Formatura

Plano mestre e capacidade finita calculam ocupação por centro de trabalho, turno, parada e eficiência, com sobrecarga destacada antes da promessa virar atraso.

A dor

Uma alteração na ficha do produto muda silenciosamente uma ordem que já estava no chão de fábrica.

Com o Partiu Formatura

Ao liberar a ordem, estrutura e roteiro são copiados e congelados com suas versões. A engenharia nova vale para as próximas ordens, sem reescrever o passado.

A dor

Material separado, consumido, devolvido e refugado vira um único ajuste de estoque sem explicação.

Com o Partiu Formatura

Cada etapa tem movimento próprio, operador, quantidade e motivo; o lote acabado guarda a genealogia dos insumos e toda correção acontece por estorno rastreável.

A dor

O custo do álbum ou do kit é estimado antes da produção e nunca confrontado com o que realmente aconteceu.

Com o Partiu Formatura

O fechamento da ordem compara previsto e realizado por material, mão de obra, máquina, terceiro e overhead, separando variação de preço, quantidade e capacidade.

A dor

O operador aponta em papel ou em uma tela complexa no fim do turno, quando a informação já perdeu precisão.

Com o Partiu Formatura

Um terminal direto registra setup, início, produção, pausa, retomada, refugo e conclusão; a fila offline pode ser reenviada sem duplicar quantidades.

A dor

O prazo é contado em dias corridos e a ordem nasce com início em feriado, domingo ou num dia em que o fornecedor não entrega.

Com o Partiu Formatura

Calendários próprios de fábrica, compras, transporte e fornecedor contam o prazo em dias úteis reais, com feriados importados por ano. O lead time deixa de ser um número solto e vira soma de processamento, transporte, inspeção e segurança, com faixa por quantidade.

A dor

A semana não cabe e a única saída conhecida é autorizar hora extra, sem ninguém saber se existia alternativa mais barata.

Com o Partiu Formatura

O nivelamento testa nove alternativas em ordem, da mais barata para a mais cara, e apresenta cada uma com custo, horas movidas e impacto em dias. Antecipar aparece antes de hora extra, e aceitar o atraso só no fim, com a lista de quem perde prazo.

A dor

O planejador olha um número de ocupação e não consegue explicar para a produção de onde ele saiu.

Com o Partiu Formatura

A carga é gravada por ordem e por operação: a barra do histograma abre e mostra quais ordens a formaram, quanto é setup, quanto é processo e quanto já está firme.

A dor

A previsão de venda é um chute anual que ninguém revisa, e a compra sai dobrada quando o pedido firme chega no mesmo mês.

Com o Partiu Formatura

Oito modelos estatísticos calculam a previsão a partir do histórico congelado, com o erro medido em MAPE e viés, e o pedido firme abate a previsão dentro de uma janela configurável em vez de somar com ela.

A dor

A troca de cor, molde ou espessura consome meio turno em limpeza e ninguém organiza a fila pensando nisso.

Com o Partiu Formatura

A matriz de setup sabe que ir de branco para preto custa diferente de ir de preto para branco, e a campanha agrupa o que dá para agrupar dentro de uma janela que não empurra quem vence antes.

A dor

O vendedor promete a data pelo feeling e a fábrica descobre o compromisso quando o cliente cobra.

Com o Partiu Formatura

A tela de promessa responde com data e com o motivo: o disponível cobre, ou a produção leva tanto porque o papel chega tal dia e a impressão só tem folga tal outro. A promessa aceita vira demanda firme no mesmo ato, e o planejamento passa a saber do compromisso.

A dor

A diretoria discute volume em reunião mensal e a fábrica planeja item a item, sem os dois números nunca se encontrarem.

Com o Partiu Formatura

O S&OP conversa por família e por mês, com demanda irrestrita, plano de vendas e plano de produção nas linhas certas. Aprovado, ele vira limite do plano mestre e desagrega em previsão por item pelo histórico de cada um.

A dor

A empresa tem loja e depósito além da fábrica, e a transferência entre eles é combinada por telefone.

Com o Partiu Formatura

A rede de suprimento diz de onde cada item vem em cada local, com percentual e vigência. O DRP roda antes do MRP e devolve para a origem a demanda já na data do embarque, com o trânsito descontado e os fretes consolidados.

A dor

Todo mundo sabe que a fábrica atrasa, e ninguém consegue provar se o problema é o plano ou a execução.

Com o Partiu Formatura

A aderência mede as duas coisas separadas: ordem que atrasou com plano viável é execução; ordem que atrasou com sobrecarga já visível na liberação é planejamento. O cockpit mostra os dois lado a lado.

A dor

O custo padrão é atualizado junto com o realizado, e a variação sempre dá quase zero.

Com o Partiu Formatura

O custo padrão é congelado por versão com data de vigência. A versão anterior é encerrada e preservada, porque é ela que explica o preço que foi formado no ano passado.

Como funciona

O caminho que a informação faz, do volume da diretoria ao custo da peça

  1. 1

    S&OP decide o volume

    A reunião mensal fecha, por família, quanto a empresa se compromete a vender e a produzir. Aprovado, o plano vira limite do plano mestre e desagrega em previsão por item.

  2. 2

    Demanda entra

    Pedido, evento, turma, projeto, previsão ou lançamento manual informa produto, quantidade e data necessária. O pedido firme abate a previsão do período em vez de somar com ela.

  3. 3

    MRP calcula

    A estrutura é explodida e a necessidade líquida considera saldo, reservas, trânsito, segurança e suprimentos programados. O prazo é recuado no calendário real, com o lead time aberto em processamento, transporte e inspeção.

  4. 4

    Plano valida

    O plano mestre confronta a necessidade com capacidade, turnos, paradas e gargalos de cada centro de trabalho.

  5. 5

    Carga abre

    O CRP mostra a ocupação por centro e por dia, com a barra abrindo nas ordens que a formaram e a capacidade que a fábrica realmente demonstrou no apontamento.

  6. 6

    Capacidade nivela

    Onde não cabe, o sistema propõe alternativas em ordem de custo, da mais barata para a mais cara, e espera a sua decisão antes de mudar qualquer data.

  7. 7

    Ordens são liberadas

    Estrutura e roteiro ficam congelados, o material é conferido e a execução recebe prioridade e datas.

  8. 8

    Fábrica aponta

    Operadores registram produção, consumo, parada, refugo, retrabalho e terceirização no momento em que acontecem.

  9. 9

    Custo fecha

    O acabado entra no estoque com lote e custo da ordem, e o painel explica cada variação contra o padrão.

  10. 10

    Plano aprende

    A aderência mede o que foi entregue no dia e o tempo real de cada operação. O desvio persistente vira sugestão de revisar o padrão, e o atraso confirmado replaneja o que depende dele.

Como o sistema se comporta

Seis decisões que explicam o resto

São elas que respondem por que o sistema às vezes não faz o que se espera dele e por que isso é intencional.

O sistema propõe, você decide

Nivelamento, revisão de tempo padrão e sugestão de plano são gravados como proposta. Nada muda data de ordem, abre hora extra ou manda serviço para fora antes de alguém aplicar, e acima do limite de valor da empresa a ação sai do aplicar em lote.

Liberado não se edita

Estrutura, roteiro, ciclo de S&OP, perfil de recurso e custo padrão são congelados por versão. Revisar é criar a versão seguinte, e a anterior continua explicando o que foi produzido e o preço que foi formado.

Indicador sem dado fica vazio

Eficiência de equipamento, custo de atraso e aderência aparecem em branco quando falta o dado que os forma. Um número inventado destrói a confiança no painel inteiro.

A conta fica guardada

Cada necessidade grava quanto precisava, quanto havia, o que estava a caminho, o que a segurança bloqueou, qual perda foi aplicada, qual regra arredondou e de onde veio cada dia do prazo. A carga de capacidade abre ordem por ordem.

Tudo nasce desligado

O módulo não responde enquanto não for ativado, e dentro dele calendário, previsão, nivelamento, rede de distribuição e promessa entram um de cada vez. Ligar é decisão registrada, com autor e data.

Correção é estorno

Apontamento não se apaga. A correção é um movimento contrário que preserva o rastro do erro, e o reenvio da fila offline nunca soma a mesma produção duas vezes.

As fronteiras

Onde o PCP termina e o resto do sistema começa

O módulo não guarda uma segunda cópia de nada. Ele lê o que já existe e devolve o que produziu pelo mesmo caminho do resto da plataforma.

Compras e Suprimentos

A sugestão de compra do MRP vira requisição no fluxo que já existe, em rascunho e sujeita à mesma alçada e aprovação. O pedido emitido volta para o cálculo como material a caminho, com a data de chegada prevista.

Estoque e WMS

O saldo tem um dono só. Com o armazém endereçado ativo, todo movimento de baixa de componente e entrada de acabado passa pelo WMS; sem ele, cai no estoque simples pelo mesmo caminho do resto da plataforma. O PCP nunca escreve saldo direto.

Qualidade

O tempo de inspeção entra como parcela própria do lead time, e material em inspeção ou quarentena só conta no cálculo se a empresa disser que conta.

CRM e Comercial

A promessa de data tem permissão própria: o vendedor recebe a data e o motivo dela sem enxergar custo nem apontamento. A promessa aceita vira demanda firme no mesmo ato.

Custos e Contabilidade

O acabado entra no estoque pelo custo realizado da própria ordem, aberto por elemento, e a diferença para o padrão fica explicada em variação de preço, quantidade, capacidade, mix e ociosidade.

Filiais e Multiunidade

A rede de suprimento fica acima da filial: uma filial pode ter dois depósitos, e só o local marcado como planta produz.

Governança

Quem enxerga o quê, e o que roda sem ninguém pedir

Sete permissões separadas

Checadas na tela e também na API: esconder o botão não é controle de acesso.

  • ConsultarAbre as telas e lê plano, carga, necessidade e trilha. Não altera nada.
  • EngenhariaEstrutura, roteiro, centro de trabalho, recurso, habilidade e calendário.
  • PlanejarRodada de MRP, plano mestre, previsão, nivelamento, lead time, reservas e rede de distribuição.
  • LiberarTransforma sugestão em ordem e libera a ordem para o chão de fábrica.
  • ApontarTerminal de produção. Só o que o operador precisa, sem plano e sem custo.
  • CustosCusto da ordem, custo padrão, variações e a parte financeira dos indicadores.
  • ConfiguraçãoAtiva o módulo e responde pelos parâmetros de planejamento.

Sete rotinas automáticas

Cada execução fica registrada com duração e volume, para a madrugada não ser uma caixa preta.

  • MRP noturnoA rodada completa da madrugada, que substitui as sugestões da anterior em vez de acumular compra em dobro.
  • Replanejamento incrementalDe 15 em 15 minutos, só do que mudou, para o plano do dia não esperar a madrugada. Opcional, e desligado por padrão.
  • Carga de capacidadeRecalculada depois do MRP, para a carga enxergar as ordens que ele acabou de criar.
  • PrevisãoSemanal, e não diária: previsão mensal refeita todo dia produz número novo sem informação nova.
  • AderênciaFecha o dia comparando o que foi planejado com o que foi entregue, separando plano de execução.
  • IndicadoresConsolida o cockpit do período, deixando em branco o que não tem dado.
  • Fechamento de custoFecha as ordens concluídas e entrega o custo realizado por elemento.

Como o módulo foi construído

Treze entregas em sequência, cada uma útil sozinha

A ordem importa para quem vai implantar: dá para parar na entrega que resolve o seu problema e seguir depois, sem que o que já está rodando precise ser refeito.

  1. 1

    Engenharia de produto

    Unidades e conversões, centros de trabalho com turno, roteiros e estruturas versionadas com liberação, obsolescência e custo padrão.

  2. 2

    MRP

    Políticas por item, demandas, previsões, a rodada de cálculo, a necessidade líquida com rastreio até a demanda de origem, ordens planejadas e mensagens de ação.

  3. 3

    Capacidade

    Plano mestre com cenário e congelamento, paradas por centro, capacidade por período e sequenciamento com capacidade finita.

  4. 4

    Chão de fábrica

    Ordem de produção com engenharia congelada, componentes, operações, motivos de parada, apontamento, custo da ordem, genealogia de lote e terceirização.

  5. 5

    Dados mestres avançados

    Calendários com feriados, lead time composto, reservas, recursos além do centro, habilidades por pessoa e exigência de habilidade na operação.

  6. 6

    Demanda

    Famílias de planejamento, histórico congelado, os oito modelos de previsão e o consumo da previsão pelo pedido firme, com rastro de qual pedido abateu qual.

  7. 7

    MRP avançado

    A trilha do cálculo em português, o replanejamento incremental por gatilho e a lista de excessos, sobras e obsoletos.

  8. 8

    Rede e distribuição

    Locais acima da filial, rotas com trânsito e custo, regras de origem com rateio e vigência, e transferências planejadas com embarque consolidado.

  9. 9

    S&OP e RCCP

    Ciclo mensal versionado com rascunho, consenso e aprovado, perfis de recurso com offset e a validação do plano nos recursos críticos.

  10. 10

    CRP

    Carga por ordem e operação, capacidade demonstrada pelo apontamento, gargalo apurado pela carga real e alerta de parâmetro desatualizado.

  11. 11

    APS

    Matriz de setup dependente da sequência, campanha por atributo, as nove estratégias de nivelamento com custo e alçada, e o plano publicado em versão congelada.

  12. 12

    Ciclo fechado

    Disponível para promessa dia a dia, data possível simulada com a restrição que a limitou, aderência em quatro dimensões e tempo real por operação.

  13. 13

    Indicadores

    Custo padrão congelado por versão com vigência, custo do plano com os dois lados da conta e o cockpit que não inventa número quando falta dado.

Na prática

Cinco situações do dia a dia, do problema ao resultado

01

Kits de formatura planejados a partir dos eventos

O cenário

A empresa montava kits para dezenas de turmas e comprava embalagens, brindes e impressos pela sensação de consumo, alternando excesso e ruptura.

Com o sistema

Cada evento gerou demanda para o produto acabado. O MRP explodiu a estrutura dos kits, descontou os saldos e reservas e transformou as necessidades em requisições de compra e ordens de produção.

O resultado

Compras recebeu quantidade e data de necessidade justificadas, a produção enxergou a carga futura e os kits ficaram prontos antes da separação do evento.

02

Gargalo de encadernação visível antes do atraso

O cenário

O laboratório aceitava novos álbuns porque havia material, mas a encadernação já estava comprometida pelas ordens da semana.

Com o sistema

O sequenciamento com capacidade finita considerou turnos, eficiência, setup e paradas, e o Gantt destacou a sobrecarga no centro gargalo.

O resultado

Parte da carga foi antecipada e parte terceirizada antes de afetar a entrega, preservando a data prometida aos formandos.

03

Semana cheia resolvida sem hora extra

O cenário

A semana do pico de convites estourava a capacidade da impressão em doze horas, e a saída de sempre era autorizar hora extra na sexta.

Com o sistema

O nivelamento testou as alternativas em ordem: seis horas couberam nos dois dias anteriores, uma hora coube na folga que a entrega ainda permitia e quatro horas foram para a máquina secundária, que leva mais tempo por peça e por isso apareceu com o custo dela.

O resultado

Restou menos de uma hora de hora extra, aprovada com um clique e com o custo estimado na tela. A decisão continuou sendo do planejador, mas com as três alternativas mais baratas já testadas.

04

A data prometida deixou de ser chute

O cenário

O comercial prometia prazo pelo histórico e a fábrica só descobria o compromisso quando a ordem entrava atrasada na fila.

Com o sistema

A consulta de promessa passou a olhar primeiro o disponível já planejado e, quando não cobria, simular material e capacidade. A resposta veio com a data e com a restrição: o insumo que chega tarde ou o centro sem folga.

O resultado

O vendedor passou a negociar com o cliente sabendo o que estava travando, e a promessa aceita virou demanda firme no plano no mesmo instante em que foi feita.

05

Custo real explicou a margem perdida

O cenário

Um modelo de álbum vendia bem, mas a margem prevista nunca aparecia no resultado.

Com o sistema

O fechamento das ordens separou o desvio de preço do papel, o consumo acima da estrutura, as horas extras de máquina e o retrabalho por motivo.

O resultado

A empresa corrigiu a perda prevista da estrutura, ajustou o roteiro e levou o custo realizado para a formação do novo preço.

Glossário

As siglas de manufatura, ditas em português

O painel escreve tudo em português. Se você chegou procurando por MRP, MPS ou APS, é isto que cada uma delas é aqui dentro.

BOMBill of Materials
A estrutura do produto: o que entra em cada unidade, em quantos níveis for preciso.
MRPMaterial Requirements Planning
O cálculo que transforma demanda em o que comprar, o que produzir e para quando.
MPSMaster Production Schedule
O plano mestre: quanto produzir de cada item em cada período, validado contra capacidade.
S&OPSales and Operations Planning
O plano agregado por família e por mês, que vira limite do plano mestre quando aprovado.
RCCPRough Cut Capacity Planning
A validação grosseira do plano nos recursos críticos, sem explodir estrutura.
CRPCapacity Requirements Planning
A carga detalhada por centro, ordem e operação, contra a capacidade real.
APSAdvanced Planning and Scheduling
O sequenciamento e o nivelamento com capacidade finita, setup dependente e regras de despacho.
DRPDistribution Requirements Planning
O planejamento entre locais, que roda antes do MRP e entrega demanda na data do embarque.
ATP / CTPAvailable / Capable to Promise
O disponível para prometer e, quando ele não cobre, a data possível simulada com material e capacidade.
OEEOverall Equipment Effectiveness
Disponibilidade, performance e qualidade do centro de trabalho, em um índice só.
WIPWork in Process
O material que já saiu do estoque e ainda não virou produto acabado.
MESManufacturing Execution System
A camada de chão de fábrica: ordem liberada, apontamento, parada, refugo e rastreabilidade.