O equipamento caro é comprado porque alguém insistiu, sem nenhuma conta de retorno.
Business case obrigatório pela categoria, com modo simples que calcula VPL, TIR, payback e ROI a partir de poucos números e explica cada indicador numa frase.
Gestão empresarial · CAPEX & Investimentos
Cada investimento de capital ganha orçamento por item, business case com VPL, TIR, payback e ROI calculados, lugar num ranking contra a verba do ano e aprovação por alçada e comitê com baseline congelada. Na execução, pedido e conta a pagar são vinculados sem contar o mesmo dinheiro duas vezes, a curva S mostra previsto contra realizado e o estouro trava até alguém suplementar. Concluído, o projeto vira bem no Patrimônio, e a revisão pós-investimento mostra se o retorno prometido apareceu.
O problema e a saída
Se alguma dessas situações parece familiar, é porque elas se repetem em quase toda empresa de formatura, até o sistema certo entrar em cena.
O equipamento caro é comprado porque alguém insistiu, sem nenhuma conta de retorno.
Business case obrigatório pela categoria, com modo simples que calcula VPL, TIR, payback e ROI a partir de poucos números e explica cada indicador numa frase.
Todo ano sobram pedidos de investimento e falta critério para escolher quais cabem na verba.
Ranking por score financeiro, estratégico, de risco e de urgência, com projeto obrigatório por lei acima do corte e a linha da verba desenhada na tabela.
O projeto aprovado por um valor termina custando muito mais, e ninguém viu o estouro acontecer.
Orçado, comprometido e realizado por projeto, curva S e bloqueio de novo vínculo acima da tolerância até haver suplementação aprovada pela alçada do valor total.
O pedido e a nota do mesmo equipamento aparecem somados no relatório de investimento.
Vincular a conta a pagar de um pedido já vinculado abate o comprometido do pedido. Comprometido e realizado são momentos do mesmo dinheiro e nunca são somados.
A obra terminou, mas o bem nunca entrou no imobilizado com o valor certo.
Capitalização a partir do realizado de cada item, com vida útil e categoria patrimonial ajustáveis, enviada ao Patrimônio como bem em rascunho para confirmação.
Ninguém volta para conferir se o investimento trouxe a economia que justificou a compra.
Revisão pós-investimento com benefício realizado por competência, VPL e TIR revisados e atingimento classificado, além de lições aprendidas para o próximo projeto.
Na prática
Situações do dia a dia de empresas de formatura, do problema ao resultado, usando os módulos que você vê nesta página.
A diretoria tinha verba para um só: reformar o estúdio de fotos ou trocar os servidores das galerias.
Os dois projetos ganharam business case, o simulador mostrou VPL e payback em cenários pessimista e otimista, e a priorização colocou a troca de servidores acima da linha de corte por risco eliminado.
A decisão foi registrada no comitê com os votos e a ata, e a reforma do estúdio ficou para o plano seguinte com o business case pronto.
A reforma do salão de eventos foi aprovada com uma verba, e os aditivos da obra foram aparecendo mês a mês.
Cada pedido e cada nota foram vinculados ao projeto. Quando o comprometido mais o realizado passaram da tolerância, novos vínculos foram bloqueados e a suplementação subiu para a alçada do valor total.
O comitê aprovou uma suplementação menor que a pedida, remanejou verba de outro projeto do plano e a curva S voltou a ser acompanhada com o novo orçamento.
O investimento em energia solar foi aprovado prometendo reduzir a conta de luz em um valor por mês.
Depois da conclusão, os itens foram capitalizados no Patrimônio e a economia de cada mês foi lançada como benefício realizado com a conta de energia anexada.
A revisão de seis meses mostrou o atingimento contra o business case aprovado, e o VPL revisado entrou na apresentação do próximo plano anual.
Como funciona
Cada etapa é um módulo de verdade, e o que sai de uma entra na outra sem ninguém digitar de novo.
Módulo por módulo
8 módulos e 58 recursos nesta página, o mesmo cadastro de turma, formando e evento sustentando todos eles.
Todos os investimentos do ano, a verba de cada área e a fase de cada projeto.
O retorno calculado pelo sistema e explicado em linguagem simples.
Quais projetos cabem no dinheiro do ano, e por que esses.
Quem aprova depende do valor, e o comitê vota com quórum.
Onde o dinheiro aprovado virou pedido, nota e pagamento.
O projeto concluído vira bem com valor, vida útil e origem.
O benefício prometido apareceu? A resposta com número.
Quem propõe, quem aprova, quem executa e quem configura.
Compare os módulos e escolha a configuração que acompanha sua operação.