A transportadora manda a fatura e ninguém confere: paga-se o que veio.
Auditoria da fatura contra a tabela vigente, item a item. Divergência acima da tolerância bloqueia a conta a pagar no servidor, não só na tela.
Gestão empresarial · TMS, Fretes e Entregas
Gestão de transporte de carga: transportadoras cadastradas com tabela de frete versionada, cotação comparando tabelas e integrações, carga consolidada por peso e cubagem do veículo, entregas roteirizadas com janela, app do motorista com canhoto e assinatura, auditoria da fatura de frete que bloqueia a conta a pagar fora da tolerância, OTIF medido de verdade e a parte fiscal do transporte com CT-e e MDF-e montados e validados.
O problema e a saída
Se alguma dessas situações parece familiar, é porque elas se repetem em quase toda empresa de formatura, até o sistema certo entrar em cena.
A transportadora manda a fatura e ninguém confere: paga-se o que veio.
Auditoria da fatura contra a tabela vigente, item a item. Divergência acima da tolerância bloqueia a conta a pagar no servidor, não só na tela.
O frete é cotado por telefone e cada pedido sai com um valor diferente.
Tabelas por transportadora com faixas de peso, cubagem, valor mínimo, frete-valor, GRIS, pedágio e ICMS, versionadas com vigência. A cotação compara as opções e grava a escolhida.
A carga sai do jeito que coube, e o caminhão volta com espaço vazio ou peso estourado.
Consolidação por capacidade real do veículo, considerando peso e cubagem, com ocupação calculada antes de carregar.
A entrega chega e ninguém sabe quem recebeu, e a reclamação vira palavra contra palavra.
App do motorista com check-in no destino, foto, canhoto, assinatura e nome de quem recebeu, tudo guardado no comprovante da entrega.
O indicador de entrega no prazo é bonito porque conta só o que foi entregue completo por acaso.
OTIF calculado pelo e lógico: no prazo e completo, com a janela combinada valendo sobre a data prometida e cada critério com denominador próprio.
Na prática
Situações do dia a dia de empresas de formatura, do problema ao resultado, usando os módulos que você vê nesta página.
A transportadora cobra acima do que a tabela prevê em um lote de entregas.
Cada item da fatura é recalculado pela tabela vigente na data do embarque. A diferença aparece por conhecimento, com o motivo, e a conta a pagar fica bloqueada.
A conversa com a transportadora começa com a memória de cálculo, e o pagamento só sai depois da decisão de alguém.
Cinco destinos, janelas diferentes e um veículo próprio.
A carga consolida os pedidos por peso e cubagem, a roteirização ordena as paradas e o motorista recebe a sequência no app.
Menos quilômetro rodado, janela respeitada e comprovante de cada parada com assinatura.
A carga própria sai para outro estado e precisa de manifesto eletrônico.
O MDF-e é montado a partir da carga, com condutores, percurso e os documentos vinculados, validado contra as regras que causam rejeição.
O documento sai pronto e conferido. A transmissão ao ambiente da SEFAZ é a etapa que depende de homologação em ambiente real.
Como funciona
Cada etapa é um módulo de verdade, e o que sai de uma entra na outra sem ninguém digitar de novo.
Módulo por módulo
7 módulos e 41 recursos nesta página, o mesmo cadastro de turma, formando e evento sustentando todos eles.
Quem transporta, com o que foi contratado registrado.
O preço combinado, versionado, do jeito que a transportadora manda.
As opções lado a lado, e a escolha registrada.
O que vai junto, em qual veículo, com quanto de ocupação.
A parada, o comprovante e a ocorrência, na mão de quem entrega.
Conferir antes de pagar, e medir o que foi prometido.
CT-e e MDF-e montados, numerados e validados.
Compare os módulos e escolha a configuração que acompanha sua operação.